Perfil epidemiológico da sífilis em gestantes no Brasil entre 2017 e 2021
DOI:
https://doi.org/10.61085/rechhc.v4i1.163Palavras-chave:
Brasil, Mulheres grávidas, Perfil epidemiológico, SífilisResumo
Objetivo: determinar o perfil epidemiológico da sífilis em gestantes no Brasil no período de 2017 a 2024, identificando possíveis fatores que contribuem para a prevalência dessa infecção na população estudada. Método: estudo epidemiológico de abordagem descritiva, quantitativa e retrospectiva, com análise de dados secundários do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde entre 2017 e 2021. Resultados: foram registrados 263.474 casos, com a maior incidência em 2018 e uma redução de 47,5% até 2021. Predominou a infecção em gestantes de raça parda, com idade entre 20 e 39 anos, ensino fundamental incompleto e fase latente da doença. Conclusão: embora a incidência tenha diminuído ao longo do período estudado, a sífilis permanece prevalente entre gestantes. É imperativo intensificar a atenção ao pré-natal e promover o rastreio sistemático, especialmente na Região Norte, onde a incidência excede as metas estabelecidas para a erradicação da doença.
